Museu do Seringal

Criado em 2002 como parte de um roteiro de um filme chamado “a selva”, estrelado por Claudio Marzo, Maitê Proença e grande elenco, reproduzindo o cotidiano de um seringal na época áurea da borracha no amazonas, sendo assim mantido pela secretaria de cultura do estado do amazonas como museu, tendo como roteiro de visitação os seguintes pontos com acompanhamento de um guia bilíngue:


Trapiche (porto usado para embarque da produção da borracha na época
Casa de aviação (a pesar do nome, era onde os seringueiros compravam seu
Mantimento para irem a selva para produzir a borracha).
Casa do seringalista
Capela
Mostra de corte da serigueira
Local de defumação do látex
Técnica de fabricação de farinha de mandioca
Mostra de tapiris, onde os seringueiros viviam por longo tempo no meio da selva.

Informações adicionais:

Duração: aproximadamente 05 horas

Incluído: transporte aquático e terrestre, água mineral, guia de turismo

Vestimenta: leve

Gastos extras: souvenir, bebidas e gorjetas

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